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Citação
"Se, de quando em quando fantasio, distanciando-me de mim através do escrito e procurando briga comigo mesmo, é para me ver melhor de longe, de fora. Uso a máscara, a fim de mostrar meu rosto..."
Autor: Marcelo Backes
Buscar na Web "Marcelo Backes"
Quando: junho/2005
Trecho do livro "Estilhaços", página 13
Escrito por Ana Felippe às 22h19
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"O amor consiste em duas solidões que se protegem, se tocam e se encontram."
Autor: Rainer Maria Rilke
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Escrito por Ana Felippe às 19h37
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""Minha estória. Única. Nenhuma outra é igual. coisas que só eu vi, só eu vivi, só eu sonhei""
Autor: Rubem Braga
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Escrito por Ana Felippe às 19h34
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""É verdade que todos os vocabulários são minúsculos para o que muitas vezes pretendem expressar - ou calar""
Autor: Walter de La Mare
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Quando: 1873-1956
Trecho do conto "Remédios"
Escrito por Ana Felippe às 22h13
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"Amor Próprio - transcrito do Livro da Tribo"
Autor: Liliane Mendes da Silva
Buscar na Web "Liliane Mendes da Silva"
Quando: 2004
Nunca fale mal de si mesmo; quem estiver em volta poderá concordar. Às vezes, mesmo sem querer, falamos que não ficamos nada bem com essa roupa, aquele batom ou corte de cabelo e quem está perto geralmente responde: - É, está ruim mesmo. No final, as duas pessoas ficam chateadas, pois a primeira falou mal de si mesma esperando um apoio emocional e a segunda concordou com a primeira tentando agradar, mas não deu certo".
Escrito por Ana Felippe às 22h25
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"Verdade (Saudade)"
Autor: Nádia dos Santos Piau
Buscar na Web "Nádia dos Santos Piau"
Quando: 2004
Não considero que a verdade seja única; cada pessoa tem a sua verdade. O que a faz viver. Não considero que ela seja eterna. A verdade de hoje pode não ser a de amanhã, e não quero ser obrigada a viver a mesma verdade todos os dias.
***
Trilha sonora: Neste momento, continuo ouvindo Coldplay e a música é "We never change"
Escrito por Ana Felippe às 18h49
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"Aprendi"
Autor: William Shakespeare
Buscar na Web "William Shakespeare"
Shakespeare Depois de um tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que não importa em quantos pedaços o coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais... e que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida. *** Trilha sonora: "Na Rua, na chuva, na fazenda", com Paula Toller e Lenine.
Escrito por Ana Felippe às 23h37
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"Amanhã não se sabe"
Autor: Sérgio Britto
Buscar na Web "Sérgio Britto"
Como as folhas, com o vento/ Até onde vai dar o firmamento/ toda hora enquanto é tempo/ Vivo aqui este momento/ Hoje aqui, amanhã não se sabe/ Vivo agora antes que o dia acabe/ Este instante, nunca é tarde
***
trilha sonora: esta mensagem foi postada ao som de Titãs (Volume Dois)
Escrito por Ana Felippe às 17h03
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"Poema de Câncer"
Autor: Dinaê S. Gelhardt
Buscar na Web "Dinaê S. Gelhardt"
Câncer é água incontida
deslizando fluida
fluente
banhada em luar
em plena corrente.
Onda de suor
impulso do mar
invadindo a praia nua
incandescente.
Depois refluindo
e fruindo eternamente...
Sonho e desvario
fertilizando a mente.
Saliva e sêmen
espuma efervescente
fecundando a semente materna
e nutrindo o feto
escondido no ventre.
Armadura, intimidade
sensibilidade, flutuação
intuição, nostalgia
resistência, determinação...
filho da lua,
o que seria do cérebro
sem o coração?
***
Trilha sonora: esta mensagem foi postada ao som da música Offer (Alanis Morissette)
Escrito por Ana Felippe às 09h32
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"trecho sobre os poetas no livro: "A Misteriosa Chama da Rainha Loana", pág. 279"
Autor: Umberto Eco
Buscar na Web "Umberto Eco"
Quando: 2005
Poesias tão ruins só podiam ser minhas. Acne juvenil. Acho que todos nós escrevemos poesia aos 16 anos, é uma fase da passagem entre adolescência e idade adulta. Não sei mais onde li que os poetas dividem-se em duas categorias, os bons poetas, que a certa altura destroem suas poesias ruins e vão vender armas na África, e os maus poetas, que as publicam e continuam a escrevê-las até a morte.
Pode ser que as coisas não sejam bem assim, mas minhas poesias eram ruins. Não horríveis ou repugnantes, mas pateticamente óbvias.
Mas pelo menos um motivo de orgulho eu podia ter, fechei aqueles abortos numa caixa, numa capela com a entrada murada e dediquei-me a colecionar livros de outros.
(...)
As primeiras eram esboços, breves revelações diante dos encantos da natureza, como deve fazer qualquer poeta iniciante: manhãs de inverno (...) emaranhados de reticência lírica sobre a misteriosa cor de um entardecer de agosto, muitas, muitíssimas luas (...)
Escrito por Ana Felippe às 23h18
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